
O ano de 2012 começou bem para o comércio eletrônico. Os saldões da primeira quinzena de janeiro movimentaram as vendas pela internet. Os varejistas investiram pesado na divulgação das promoções e o resultado, segundo a e-bit, empresa especializada em informações do e-commerce, foi um faturamento de R$ 1,05 bilhão, valor nominal 32% maior que o alcançado no mesmo período em 2011, quando os ganhos chegaram a R$ 802 milhões.
Foram 2,78 milhões de pedidos realizados pela internet durante o período, o que representa um aumento de 35% em relação à mesma época do ano passado, quando o número de pedidos atingiu 2,06 milhões. Já o ticket médio teve queda de 2% e de R$388 passou para R$ 379. “Ainda assim, esse valor é maior que a média do ano inteiro de 2011, quando os gastos com as compras online ficaram próximos dos R$ 350”, afirma a diretora da e-bit, Cris Rother.
Outro fato importante durante os saldões foi a queda no índice de atraso nas entregas. No início de 2011, essa taxa era de 19% e agora, caiu para 16%. Segundo Cris Rother, “os e-consumidores têm a disposição empresas cada vez mais preparadas para atendê-los com eficiência. Isso é resultado de todo um trabalho por parte dos lojistas. No ano passado foram feitos investimentos em logística, centros de distribuição, tecnologia e capacitação profissional. Todo esse esforço só poderia trazer resultados positivos”.
As categorias de alto valor agregado continuam sendo preferência e os descontos atraem ainda mais os consumidores. “Eletrodomésticos” foram os itens mais vendidos, “Informática” ocupou a segunda posição, seguida por “Eletrônicos”. Em quarto e quinto lugares ficaram “Casa & Decoração” e “Livros & Assinaturas e Revistas”, respectivamente. As categorias “Saúde, Beleza & Medicamentos”, em sexto lugar, e “Moda & Acessórios”, em oitavo, ganharam participação relevante no período, o que pode ser apontado como uma das razões para a redução no valor do ticket médio.
Tradicional em países como Estados Unidos e Inglaterra, o Boxing Day chega ao Brasil e começa a ganhar força. O evento ocorre logo após o Natal. As lojas do varejo eletrônico entram em liquidação e oferecem descontos de até 70%. Esse ano, as promoções aconteceram na segunda, dia 26. De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações do e-commerce, a data movimentou R$ 58,9 milhões para o setor.
Foram 170.632 pedidos via internet e o ticket médio ficou em R$ 345. Com isso, o Boxing Day foi o 29° dia de maior faturamento no período de Natal, considerado, nesse caso, entre 15 de novembro e 26 de dezembro. A ação se mostrou eficiente para aumentar o volume de vendas em um período que costuma ser de baixo movimento. Em 2010, o dia 26 de dezembro teve um faturamento de R$ 29,7 milhões. O resultado alcançado esse ano mostra uma variação de 98% nos ganhos.
A categoria mais vendida foi “Eletrodomésticos”. Na segunda posição ficou “Informática” e em terceiro lugar, “Eletrônicos”. Segundo a diretora da e-bit, Cris Rother, “a compra de produtos de maior valor agregado pela internet já tem a preferência dos consumidores normalmente, em virtude dos preços competitivos e das facilidades de pagamento. Os descontos oferecidos durante o Boxing Day atraíram ainda mais o público, gerando ótimos resultados para o setor”.
O Natal de 2011 foi positivo para o comércio eletrônico. De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, a data sazonal cumpriu o previsto e teve um crescimento nominal de 20% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas em shoppings cresceram somente 5,5%, segundo dados da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).
Entre 15 de novembro e 24 de dezembro, o faturamento do e-commerce chegou a R$ 2,6 bilhões e o ticket médio ficou em R$ 347. O número de pedidos cresceu 27% em relação ao mesmo período de 2010, o que demonstra que os esforços dos lojistas para que problemas como os que ocorreram no Natal passado não voltassem a acontecer surtiram efeito.
No decorrer desse ano, as empresas investiram em logística, tecnologia, centros de distribuição e capacitação de profissionais. O resultado de todo esse trabalho foi a redução na taxa de atrasos, que caiu de 17% em 2010 para 13% esse ano.
A categoria mais vendida foi “Eletrodomésticos”. Em segundo lugar ficou “Saúde, Beleza e Medicamentos”, seguida por “Informática”, “Moda & Acessórios” e “Eletrônicos”.
O grande volume de pedidos na categoria “Saúde, Beleza e Medicamentos” já é característico da data. Já “Moda & Acessórios” se consolidou de vez entre as mais vendidas, revelando a preferência dos consumidores em presentear parentes e amigos com vestuário. “Livros e Assinaturas & Revistas”, categoria tradicional do e-commerce, ficou de fora do Top 5, ocupando o 6° lugar. “Brinquedos & Games” subiu uma posição em relação a 2010 e ficou na 8° posição do ranking.
“O Natal de 2011 foi muito positivo para o comércio eletrônico no Brasil, principalmente pelo recuo de 4 pontos percentuais nos atrasos, o que demonstra que o setor está amadurecido e mais bem preparado”, afirma a diretora da e-bit, Cris Rother.
A Black Friday, realizada na última sexta-feira, dia 25, contribuiu com números robustos para o e-commerce brasileiro em 2011. De acordo com a e-bit, empresa de informações de comércio eletrônico, além de ter apresentado um crescimento de 88% em comparação com a data do ano passado, quando havia registrado R$ 53 milhões em vendas, o evento também quebrou recordes e cravou o maior faturamento do setor em um único dia: Foram R$ 100 milhões faturados em 24 horas, com 237 mil pedidos realizados em todo Brasil. Em 2010, haviam sido realizadas “apenas” 142 mil compras virtuais, um crescimento, portanto, de 67%.
De acordo com a diretora da e-bit, Cris Rother, eventos como a Black Friday são extremamente saudáveis para o setor. “É uma data muito conhecida e esperada no mercado norte-americano. O Brasil segue os passos e tendências desse mercado, portanto esperamos que o modelo deva ser mantido daqui pra frente, com cada vez mais adeptos”.
Ainda de acordo com a executiva, a data também tem caráter estratégico de vendas. “Os e-consumidores mais antenados aguardam a Black Friday para realizarem suas compras. Conseqüentemente, possuem maior ímpeto de compra, além de serem estimulados a comprarem por impulso levando em conta o dead-line das promoções. Para se ter uma idéia, 33% dos pedidos foram feitos com pagamento à vista. Os varejistas que assimilaram isso como estratégia de vendas, sem dúvida, trouxeram ótimos resultados na sexta-feira”, conclui Rother.
Durante a Black Friday, algumas mudanças importantes foram notadas no ranking de categorias mais vendidas, com destaque para a categoria ‘Moda e Acessórios’, que foi a 4ª categoria mais vendida durante as 24 horas válidas pelo evento, com 9% do volume de vendas. As demais categorias do ranking foram ‘Informática’ (12%), ‘Eletrodomésticos’ (12%), ‘Eletrônicos’ (10%), e ‘Saúde, beleza e medicamentos’ (8%), respectivamente. O tíquete médio, com a liderança de produtos de maior valor agregado, ficou bastante acima da média do mercado: De R$ 350,00 foi para R$ 425.
O Natal se aproxima e a movimentação para garantir o sucesso do comércio eletrônico já começou. Segundo a e-bit, empresa especializada em informações do setor, esse ano, o ritmo de crescimento no período, apesar de ser menor que o apresentado em 2010, deve apresentar um crescimento positivo para o setor. Atualmente, o Natal representa aproximadamente 15% do total de pedidos no ano dentro do comércio eletrônico, o que o torna a data mais aguardada por fabricantes e varejistas.
No Natal de 2011, o e-commerce deverá crescer nominalmente 20% em relação a 2010, alcançando um valor de cerca de R$2,6 bilhões. No ano passado, o crescimento havia sido de 40%.
Essa desaceleração se deve a alguns fatores: menor crescimento econômico, queda no poder de compra, a crise internacional que vem afetando a economia e também a motivação para a aquisição de produtos de maior valor agregado, com parcelamento de longo prazo. Além disso, a greve dos Correios impactou de forma negativa as vendas do comércio eletrônico.
Em compensação, o mercado estará mais preparado para o período, aumentando a confiança e transmitindo mais segurança para o consumidor. O número de pedidos deverá ser 25% maior se comparado a 2010 e o tíquete médio deve manter-se em torno de R$ 350,00.
No que diz respeito à logística, ao longo desse ano, os varejistas investiram em infra-estrutura, tecnologia e capacitação profissional para evitar que os problemas ocorridos anteriormente voltassem a acontecer. No entanto, os e-consumidores devem se preparar e seguir alguns passos para garantir um Natal tranqüilo, com todos os presentes entregues.
“O e-consumidor deve se precaver e realizar suas compras com antecedência, para garantir que seus presentes cheguem a tempo das comemorações. Além disso, deve sempre estar atento ao realizar uma compra virtual, se certificando da seriedade da loja e também das condições oferecidas. Vale lembrar que a e-bit oferece um serviço para auxiliar o e-consumidor que, eventualmente, se depara com problemas na entrega dos produtos: o e-bit Ajuda”, explica Cris Rother, diretora da e-bit.
Para ter direito ao serviço, é necessário que o consumidor faça uma comparação de preço pelo Buscapé (www.buscape.com.br) ou Bondfaro (www.bondfaro.com.br), efetue a compra em uma loja conveniada à e-bit e responda à pesquisa bitConsumidor, disponível no final do processo de compra. O usuário pode também realizar todo esse processo após pesquisar uma oferta pelo site da própria e-bit. Após esse procedimento, o cosumidor receberá um número de protocolo que o permitirá reclamar em caso de atraso na entrega, dentro do Confiômetro (www.confiometro.com.br).
Para a data sazonal, os produtos mais procurados para preencherem os carrinhos virtuais dos e-consumidores deverão ser “Eletrodomésticos”, “Informática”, “Eletrônicos” e “Saúde, beleza e medicamentos”.
Uma das maiores febres e tendências do mundo web nos últimos anos são as redes sociais. Inicialmente usadas para encontrar pessoas, entrar em contanto com amigos e estar conectado em uma grande rede de relacionamento, estes pontos de encontro virtuais deixaram de ser vistos apenas como “passa-tempo” e se tornaram mais uma oportunidade de se fazer negócios pela internet.
É inegável que as redes sociais vêm ocupando um espaço importante na vida das pessoas. Hoje, as informações compartilhadas na web são a maior arma para que os consumidores sintam-se cada vez mais confiantes em adquirir um produto ou optar por um serviço. Além disso, esses ambientes vêm se tornado não apenas um eficaz canal de acesso às lojas virtuais do comércio eletrônico tradicional, mas, principalmente, uma oportunidade de divulgar a marca para os e-consumidores e internautas que estão à iminência de realizar a primeira compra online.
Existem inúmeros cases que cruzam os hábitos de consumo dos usuários de internet com as redes sociais. Recentemente, a e-bit lançou o Winke (www.winke.com.br), uma rede social voltada para compras online. No site, o usuário conta o que comprou, tanto no mundo online, quanto em lojas físicas, interage com outros usuários, comenta sobre as compras de seus seguidores e dispõe de muitas informações relevantes para a decisão de compra. Além dessas funções, o usuário poderá comunicar para sua rede de amigos os produtos que deseja comprar ou ganhar de uma maneira simples e divertida.
Ainda ilustrando o exemplo do Winke, uma boa maneira de alavancar o compartilhamento de conteúdo colaborativo sobre produtos é divulgar todas as ações dos usuários também no Facebook. Com o Winke é possível fazer isso, o que torna todas as ações muito mais “sociais”.
O próprio Facebook, aliás, está dando as caras quando o assunto é comércio eletrônico. Já existem ferramentas próprias para criar verdadeiros e-commerces, com formas seguras de pagamento, mix de produtos e muito mais dentro da rede social mais famosa do mundo. A LikeStore e a eLike são dois exemplos de empresas que oferecem esse tipo de serviço. Mas será que vender produtos pelo Facebook faz sentido? Faz, sim. Dentro da rede social de Mark Zuckerberg fica mais fácil definir o público alvo. Essa mensuração pode ser feita através das pessoas que “curtem” a página da empresa, ou até mesmo pelo número de “likes” que uma determinada campanha possa receber, além do imenso poder de viralização que possuem as redes sociais.
De acordo com dados do eMarketer, levantados no primeiro trimestre de 2010, os usuários que passam mais tempo no Facebook gastam mais em compras na internet do que internautas que ficam menos tempo no site, com o tíquete médio chegando em até US$67. Outro dados de Agosto de 2010, também do eMarketer, mostram que mais de 90% dos e-consumidores lêem e utilizam a opinião de outros consumidores para tomada de decisão de compra. Nos Estados Unidos, aliás, o Social Commerce é ativo, principalmente na aquisição de ingressos de show, teatro, e, obviamente, compras coletivas. O último item aliás, tem um forte apelo social no Brasil. Já existem sites de compras coletivas, como o Clube do Desconto, que expõe suas ofertas no Facebook, com todo o processo de compra contemplado. Além disso, as Compras Coletivas tem uma característica: A medida que as pessoas vão compartilhando uma oferta nas redes sociais, mais interessados tendem a aparecer. Por isso as empresas desse setor investem tanto nas mídias sociais. Tudo que é preciso é uma boa campanha, a viralização do conteúdo faz o resto do trabalho.
Recentemente, a TicketMaster lançou, em parceria com o Facebook, um aplicativo muito interessante para Shows. Dando mais uma demonstração de como as redes sociais tem o poder de unir as pessoas e consumidores em busca de um interesse comum, o aplicativo marca o mapa de cadeiras com o nome dos seus amigos que irão ao evento, e ainda divulga nas redes sociais. Em Agosto, o aplicativo já tinha mais de 9 mil eventos registrados no banco de dados da empresa. Ou seja, hoje em dia só fica sozinho em show quem quer.
É impossível comentar sobre o Social Commerce sem abordar os Mobiles. Com um verdadeiro universo de aplicativos voltados para o consumo online, os SmartPhones e Tables possuem um papel fundamental no crescimento do comércio via redes sociais. Não seria absurdo dizer que, num futuro muito próximo, os consumidores estarão conectados no ponto de venda podendo consultar amigos, informações, receber ofertas e revisar produtos. Hoje, por exemplo, já é possível fazer comparações de preços por esses aparelhos, acessar contas bancárias para pagamento de faturas e lojas virtuais.
É fato: Uma nova onda vem atingindo a economia digital. As redes sociais já são uma realidade e sua evolução voltada para o comércio, de certa forma, percorre o caminho natural do desenvolvimento. Para as empresas que pensam (e devem pensar) em investir no Social Commerce, esse canal poderá ajudar a: promover a marca, espalhar promoções, cupons e outros conteúdos, criar relações de longo termo com clientes, além de aumentar a visibilidade em buscadores.
Como todo trabalho, o Social Commerce também apresenta desafios. Para que a empresa realmente obtenha sucesso nesse ramo, algumas questões chaves devem ser respondidas: Onde sua audiência está? O que está sendo dito sobre sua empresa? Quem está falando sobre seus assuntos? Como eles estão falando? Qual é o formato preferido de conteúdo? Que outras empresas estão participando das discussões? Ter as respostas para essas perguntas é essencial.
As cartas estão na mesa e os recursos estão sendo apresentados. Use sua criatividade e faça dos seus negócios algo social. Com certeza seus consumidores irão “curtir” isso.
O Dia das Crianças se despediu do comércio eletrônico com crescimento em 2011. De acordo com dados da e-bit, empresa especializada em informações do setor, a data sazonal movimentou R$ 713 milhões, um crescimento nominal de 16% em comparação ao mesmo período do ano passado (28/09 a 11/10). O resultado, no entanto, foi menor do que o esperado inicialmente pela empresa, quando se estimava um acréscimo nominal de 20%, chegando a R$ 740 milhões.
O principal fator que impactou as vendas eletrônicas foi a greve dos Correios, que atingiu o setor no mês de Setembro e começo de Outubro. “Com a greve, muitas pessoas deixaram de comprar pela internet, com medo que seus produtos não chegassem. Hoje, os Correios possuem entre 40% e 50% do total do mercado logístico e são responsáveis por quase todo long-tail. Com certeza os pequenos e médios lojistas foram os mais afetados com essa greve, uma vez que dependem dos correios como meio de distribuição; pois os médios e grandes possuem rede estruturada de distribuição, com logística e transportes próprios”, afirma Cris Rother, diretora da e-bit.
Ainda de acordo com a executiva, o crescimento de 16% mostrou a força do comércio eletrônico no Brasil. “Mesmo com o contratempo, o comércio eletrônico conseguiu crescer 16%. Isso aponta a confiança a o potencial desse mercado que conquista cada vez mais adeptos. Tivemos um Dia das Crianças positivo e que poderia ter sido ainda melhor, se não fosse a grande dependência que o setor ainda possui dos Correios”, completa Cris.
Durante o período considerado para o Dia das Crianças, foram realizados aproximadamente 2 milhões de pedidos, com um tíquete médio de R$ 350,00. O “Top Five” das categorias mais vendidas foi ‘Eletrodomésticos’ (líder do setor), ‘Saúde, beleza e medicamentos’, ‘Informática’, ‘Livros, assinaturas de revistas e jornais’ e ‘Eletrônicos’. As vendas de ‘Brinquedos e Games’ também aumentaram no período, já que são produtos característicos para a ocasião.
O Dia das Crianças se aproxima e com ele, as expectativas em relação ao faturamento do comércio eletrônico. A e-bit, empresa especializada em informações do setor, estima que esse ano, o e-commerce deve ter um crescimento de 20% em relação a 2010, alcançado um faturamento de R$ 740 milhões de reais, com ticket médio em torno de R$ 345.
No ano passado, a data rendeu R$ 615 milhões ao comércio virtual. Os Eletrodomésticos foram os produtos mais vendidos, seguidos de perto por Informática. As vendas de Brinquedos e Games também deram um salto durante o período. Em 2011, as categorias de maior valor agregado como Eletrodomésticos, Informática e Eletrônicos devem continuar como as mais vendidas, refletindo os preços competitivos e as facilidades na forma de pagamento oferecidas pelo comércio eletrônico.
“O Dia das Crianças tem uma participação importante para o e-commerce, além de ser uma boa oportunidade de faturamento para as empresas. Apesar de não ser a data sazonal mais aquecida do setor, o consumidor deve antecipar as compras para evitar que seus presentes cheguem com atraso, atrapalhando a comemoração”, destaca Cris Rother, diretora da e-bit.
É inegável que a internet vem revolucionando nossa maneira de fazer negócios nos últimos tempos. A cada ano que passa, o mercado torna-se mais aquecido e grandes idéias surgem, colaborando para que a engrenagem do empreendedorismo virtual não pare de funcionar. Não é por menos. A barreira de entrada de pequenas e médias empresas no varejo eletrônico é cada vez menor. Com menos de R$ 100,00 por mês é possível ter uma loja na Internet, por exemplo.
No entanto, sabemos que a internet oferece muitas outras possibilidades do que somente lojas virtuais no portfólio de opções dos novos empresários. O ambiente online é absolutamente mutante e um dos grandes segredos para se empreender com sucesso nesse setor é estar atento a essas constantes mudanças. No mundo digital, o novo de hoje é o velho de amanhã, e esse conceito deve ser o primeiro item na lista de “atenção” do e-empreendedor. Pode-se dizer que o “timing”, também conhecido como time to market para lançar um negócio na internet é essencial nos dias de hoje. Graças ao acelerado crescimento econômico do país, aliado às novas oportunidades que surgem a todo o momento, não há espaço para morosidade.
Recentemente, nos deparamos com alguns fenômenos e cases de sucesso na internet brasileira e com modelos de negócios que já se tornaram íntimos dos usuários, como as compras coletivas. Com origem nos Estados Unidos, esses sites chegaram ao Brasil e, em poucos meses, já viraram febre entre consumidores e investidores. De acordo com pesquisa recente da e-bit, realizada entre 10/03/2011 e 14/03/2011 para a 23ª edição do relatório WebShoppers, 61% dos consumidores virtuais disseram conhecer o conceito de compras coletivas. Esse número, além de revelar um elevado índice de conhecimento em pouco tempo de atuação do modelo no país, revela a facilidade com que as pessoas se familiarizam e aceitam novos negócios nos dias de hoje.
O SaveMe é um grande exemplo de como empreender na internet é uma ação dinâmica e que boas idéias acabam gerando outras. Aproveitando a oportunidade que foi exposta no mercado de compras coletivas, a empresa reuniu todas as ofertas dos diversos sites do setor, oferecendo-as em apenas um ambiente. Em apenas dois meses de operação, foi adquirida pelo BuscaPé (outro exemplo de sucesso no mundo empreendedor). Modelos para ilustrar o cenário que estamos debatendo nesse texto não faltam. Na realidade, é exatamente o inverso. A eBehavior, empresa que atua com marketing comportamental no e-commerce e a Navegg, empresa de targeting online, também seguiram caminhos semelhantes ao agregador de ofertas.
É impossível citar modelos vencedores no universo online sem citar o Facebook. A rede social de Mark Zuckerberg começou englobando apenas usuários de universidades dos Estados Unidos e se tornou um verdadeiro gigante; tanto no mundo virtual, quanto fora dele. O segredo? Um pouco de inspiração e horas e horas de trabalho a fio. Alías, essa é uma característica do empreendedor virtual: buscar sempre melhorar seus produtos e serviços.
Com a evidência do Brasil no cenário mundial, principalmente pelos eventos esportivos que temos pela frente, como a Copa de 2014 e as Olimpíadas, podemos esperar uma maior injeção de dinheiro de investidores externos no mercado nacional, alavancando ainda mais o poder empreendedor e de novos negócios pelos próximos anos.
Dentro dessa linha, pode-se nomear a inclusão digital como uma das aliadas responsáveis no crescimento da taxa empreendedora no Brasil. Lembramos que a Classe C já representa 50% do mercado de e-consumidores e tem uma média de idade menor em relação às outras classes sociais (41 anos do total do mercado X 37 anos da Classe C). Isso demonstra claramente que esse perfil está conectado e, muito provavelmente, empreendendo.
Apesar de nos depararmos freqüentemente com demonstrações de grandes empreitadas inovadoras na internet, antecipar movimentos e entender os nichos de mercado, muitas vezes não são suficientes para obter resultados satisfatórios como empreendedor, até porque não são apenas de sucessos que se baseiam a história do empreendedorismo na internet. Existem diversos desafios e etapas a serem cumpridas, carentes de atenção, para que os empresários evitem o temido fracasso.
Um dos maiores equívocos que os empresários cometem ao ingressarem nesse mercado é se iludirem com a baixa barreira de entrada do setor. É necessário, acima de tudo, que busquem uma especialização e capacitação para administrarem seus negócios de forma vitoriosa e que invistam em alguns elementos chaves, ideais para alavancar as cifras de suas empresas. Dentro dessa lista podemos nomear logística, marketing digital, finanças, tecnologia, design, redes sociais, vendas e atendimento. Todos esses quesitos são essenciais e fazem parte da cadeia de valor do empreendedorismo de uma forma geral. Afinal, empreender na web não é tão diferente de fazê-lo em outros canais.
Hoje, já existem diversos cursos voltados para empreendedorismo digital no mercado. Recentemente, o BuscaPé lançou uma iniciativa, chamada Universidade BuscaPé, que oferece capacitação profissional para quem deseja começar um negócio virtual, além de auxiliar profissionais que já atuam no setor, porém não tem o objetivo de empreender, a se tornarem consultores especializados.
Com tantas lacunas abertas na economia digital, não é de se surpreender que o número de empresas erguidas por novos empreendedores cresça cada vez mais. As idéias estão na cabeça, os consumidores estão ávidos por novidades e o cenário é perfeito para a construção de novos projetos. Você pode entrar nessa de cabeça, descobrir que empreender na web não é mais o futuro e sim o presente, ou pode ficar parado e aplaudir de pé o sucesso daqueles que apostaram nesse caminho. Qual será a sua escolha?
A e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, acaba de lançar o “e-bit Ajuda”, um serviço gratuito desenvolvido para que os e-consumidores sintam-se mais tranqüilos ao efetuarem uma compra online. Isso por que, caso ocorra algum problema ou atraso na entrega da mercadoria, a empresa intermediará o contato do cliente com a loja para relatar o ocorrido e ajudar na resolução do problema.
“O e-commerce tem tido grande aceitação e uma confiança significativa dos consumidores em comprarem online. O índice de satisfação dos consumidores com os serviços das lojas virtuais é acima de 85%, que consideramos um nível de excelência. O ‘e-bit Ajuda’ tem como objetivo auxiliar aqueles consumidores que, eventualmente, possam ter problemas com a entrega do produto. Com esse serviço, acreditamos que podemos contribuir com a diminuição dos problemas e reclamações do setor”, afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.
Ainda de acordo com o executivo, períodos sazonais, como o Natal, podem causar gargalos logísticos no setor e acarretar reclamações. “No período de Natal de 2010, 20% dos produtos não foram entregues dentro do prazo prometido. Com o ‘e-bit Ajuda’, auxiliaremos os consumidores a evitarem esse tipo de problema”, relata Guasti.
Para ter direito ao serviço, é necessário que o consumidor faça uma comparação de preço pelo BuscaPé (www.buscape.com.br) ou Bondfaro (www.bondfaro.com.br), efetue a compra em uma loja conveniada à e-bit e responda à pesquisa bitConsumidor, disponível no final do processo de compra. O usuário pode também realizar todo esse processo após pesquisar uma oferta pelo site da própria e-bit. “Feito esse procedimento, o cosumidor receberá um número de protocolo que o permitirá reclamar em caso de atraso na entrega, dentro do Confiômetro (www.confiometro.com.br)”, explica o diretor geral da e-bit.