agosto
31
2010

A empresa investe mais de R$ 170.000,00 em premiação para seus associados no seu 10º aniversário

A e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, completa uma década de história e, para comemorar o seu 10º aniversário, investiu mais de R$ 170.000,00 no atual plano de premiação para seus associados. O valor, distribuído em 337 prêmios, contempla dois carros 0km, televisores, home theaters, filmadoras, vídeo games, notebooks, entre outros.
A dinâmica consiste em sortear 50 IPods Shuffle e, nos dias 28 de dezembro e 2 de maio, os ganhadores deste sorteio terão a chance de concorrer ao carro 0km. Os demais prêmios serão sorteados todas as quartas e sábados, exceto em feriados, quando o cronograma será ajustado de acordo com o calendário da Caixa Econômica Federal, que autoriza e realiza os sorteios. A promoção conta ainda com logomarca comemorativa, hotsite (http://ebit10anos.ebit.com.br), uma campanha no twitter (@ebitoficial), envio de e-mail marketing, divulgação no site da e-bit e de parceiros do Grupo BuscaPé.
Contribuindo para tornar a Internet um canal cada vez mais seguro para compras online, a e-bit certifica as lojas conveniadas nas medalhas Bronze, Prata, Ouro e Diamante de acordo com as avaliações dos e-consumidores. No início de 2010, a e-bit alcançou a marca de mais de um milhão de associados e se aproxima de 10 milhões de questionários coletados em 2.500 lojas virtuais no Brasil.
Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, os dez anos de empresa são um marco importante para o comércio eletrônico. “Esse tempo mostra que estamos no caminho certo, seja na prestação de serviços de qualidade e úteis para o e-commerce, seja na avaliação de lojas de acordo com a opinião do próprio consumidor, gerando relatórios relevantes para as empresas. Esperamos continuar nesse caminho nos próximos anos e comemorar outros aniversários como este”, destaca Guasti.

agosto
18
2010

Setor cresce 40%, supera expectativas e segue ganhando relevância

Os primeiros seis meses do ano foram aquecidos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados publlicados na 22ª edição do Relatório “WebShoppers” (www.webshoppers.com.br) elaborado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento para o setor foi de R$ 6,7 bilhões. Esse valor representa um aumento nominal de 40% em relação ao primeiro semestre de 2009, quando registrou R$ 4,8 bilhões.

Depois de passar praticamente inabalado pela crise mundial que afetou a economia do final de 2008 até meados de 2009, o e-commerce vem se fortalecendo, principalmente pela retomada do crédito ao consumidor e pela maior confiança em realizar compras virtuais. A entrada de novos players, a consolidação de outros e a fusão de grandes grupos de varejo, já conhecidos no mundo offline, contribuíram para alavancar a confiança neste canal, trazendo novos e-consumidores e alavancando as cifras do setor.

Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o primeiro semestre do ano foi alavancado pela Copa do Mundo e pelas oportunidades que o evento agregou através das vendas online. “A primeira metade de 2010 foi excelente em faturamento. Com certeza, a Copa influenciou os resultados, já que as pessoas adquiriram produtos de maior valor agregado, como Televisores de tela plana. Além disso, por conta do final da redução do IPI os consumidores decidiram antecipar a compra de produtos de linha branca para aproveitar impostos ainda reduzidos. Esse fator, aliado às promoções e apelos das lojas virtuais, trouxe maior interesse ao consumidor para comprar mais pela internet nesse período”, concluiu Guasti.

As categorias de produtos mais vendidas no 1º semestre do e-commerce em 2010 que compuseram o “top five” foram: ‘Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais’, ‘Eletrodomésticos’, ‘Saúde, Beleza e Medicamentos’, ‘Informática’ e ‘Eletrônicos’. O tíquete médio foi de R$ 379,00.
O que o e-commerce guarda para o 2º semestre?

O ano de 2010 pode ser caracterizado como um dos mais importantes na história do comércio eletrônico brasileiro. Com a forte movimentação nos primeiros seis meses, o setor caminha a passos largos para mais um recorde de faturamento, já que, historicamente, a segunda metade do ano é geralmente mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. No 2º semestre de 2010, espera-se que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas de bens de consumo, exceto venda de automóveis e sites de leilão virtual.

Dessa forma, espera-se um faturamento de R$ 14,3 bilhões ao final de 2010, o que representaria um crescimento nominal de 35% se comparado ao resultado de 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões. Esses números também superariam a previsão inicial feita pela e-bit de R$ 13,6 bilhões, realizada na 21ª edição do WebShoppers, em Março.

Em 2010, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma compra na internet deverá aumentar consideravelmente. Espera-se que o ano feche com 23 milhões de e-consumidores. Ao final de 2009, a e-bit havia registrado 17,6 milhões. O número torna-se ainda mais impressionante se compararmos, por exemplo, com a última Copa do Mundo. Para se ter uma ideia, na época do mundial realizado na Alemanha, há 4 anos, éramos apenas 6 milhões de adeptos às compras online.

Redes Sociais no e-commerce

De acordo com dados levantados pela e-bit, cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet estimuladas por rede social são mulheres, o que pode indicar maior propensão do público feminino em ser seduzido pelas ofertas ou recomendações nesse canal. No comércio eletrônico em geral, a divisão é exatamente pela metade: 50% são homens, 50% mulheres. Quando se diz respeito à idade, os compradores provenientes de redes sociais são, em média, 7 anos mais jovens que os compradores do mercado: 34 anos contra 41. Agora, se analisarmos as categorias preferidas dos e-consumidores oriundos de redes sociais, “Moda e acessórios” aparece em destaque, com cerca de 20% do volume transacional.

Pesquisa de resistência a compra

Nessa edição do relatório WebShoppers, a e-bit preparou uma pesquisa especial sobre resistência à compra, além dos principais motivos que levam o e-consumidor a não finalizar o pedido. O período de coleta dos dados foi de 14/07/2010 a 16/07/2010, tendo sido coletadas 5.600 respostas.

Segundo dados levantados na pesquisa, dos e-consumidores que visitaram sites e decidiram não comprar produtos, 62% disseram ter consultado preço, valor do frete ou o custo total do produto, além de ter procurado por promoções e descontos. Dos entrevistados, 86% disseram que apenas olharam alguns itens e saíram da loja, não chegando a começar o processo compra. Já 14% disseram que deram inicio ao processo de compra, mas acabaram não concluindo o procedimento.

Para o diretor de marketing da e-bit, Alexandre Umberti, acompanhar esse tipo de comportamento dos consumidores é de suma importância para as lojas online. “Conhecer os motivos pelos quais seus consumidores abandonam a compra pode ser uma maneira eficaz de evitar perda de receita, além de permitir traçar estratégias interessantes para fidelizar o novo e-consumidor, que está acessando o site pela primeira vez”, analisa Umberti.

julho
30
2010

Expectativa é que acréscimo no faturamento na data sazonal chegue a 35%

A trajetória de crescimento do comércio
eletrônico continua em ritmo acelerado. Após um primeiro semestre aquecido,
principalmente, pela carona da Copa do Mundo, que trouxe diversas ofertas
para o e-consumidor, o setor volta suas expectativas para outra data
comemorativa relevante: o Dia dos Pais.
De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações de ecommerce,
devem ser movimentados R$ 590 milhões na data sazonal, o que
representaria um acréscimo de 35% em relação a 2009, quando o faturamento
foi de R$ 437 milhões.
Um dos principais motivos pelo resultado esperado pela e-bit deverá ser a já
tradicional escolha dos filhos em presentearem seus pais com produtos de
maior valor agregado, como Eletrônicos de grande e pequeno porte
(televisores, MP3 players, aparelhos de som e DVD, câmeras digitais,
barbeadores, etc.), além de artigos de Informática e Acessórios Automotivos, o
que deve acabar influenciando o tíquete médio: cerca de R$ 370,00.
No entanto, para facilitar o pagamento das compras de valor mais elevado, os
filhos podem tirar proveito do prazo mais elástico, uma das conveniências mais
conhecidas do varejo eletrônico, que pode chegar a até 18 vezes sem juros,
enquanto que o comércio físico permite em até 6 vezes.
Segundo o diretor de marketing e produtos da e-bit, Alexandre Umberti, o Dia
dos Pais deve gerar bons frutos para as lojas virtuais. “Mesmo com o alto
consumo no primeiro semestre, gerado, principalmente, pela Copa do Mundo e
outras datas relevantes, o e-consumidor deverá continuar comprando pela
internet. Aproveitar boas ofertas e promoções realizadas pelas lojas é um
método eficaz de se fazer um bom negócio nesse Dia dos Pais”, explica
Umberti.

julho
16
2010

Olá e-consumidores.

Em Agosto, a e-bit divulgará os números do primeiro semestre e a expectativa para o fechamento de 2010 na 22ª edição do relatório WebShoppers.

Os dados serão divulgados via coletiva de imprensa e deverá atrair mais de 30 jornalistas.

Fiquem ligados para acompanhar as principais tendências do setor.

Acesse www.webshoppers.com.br e tenha acesso às edições anteriores do WebShoppers.

Abraços,

junho
29
2010

Índice de satisfação com o atendimento das lojas nas compras feitas durante o mês de maio foi exatamente igual ao registrado em Abril

Pela primeira vez desde que começou a ser apurado em 2009, o Índice de Confiança do e-consumidor registrou exatamente o mesmo patamar em dois meses consecutivos. O estudo apurou a opinião 113.948 pessoas que fizeram compras em lojas virtuais brasileiras entre os dias 1 e 31 de maio. A principal constatação é que 86,03% delas estão satisfeitas com o desempenho do e-commerce no país. O patamar é igual ao que havia sido revelado em abril.

O indicador é desenvolvido pela e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a atuar na educação do usuário final em relação às melhores práticas na web.

A coordenadora do MIS, Marinês de Assis Gomes, afirma que o resultado de maio parece indicar a consolidação de um patamar de confiança considerado extremamente positivo para o segmento. “A marca de 86,03% fica mais de um ponto percentual acima do patamar considerado de excelência pela camara-e.net que é 85%. O fato dele ter se repetido em abril e maio, quando o mercado esteve muito aquecido pode ser uma demonstração de que esta seja a média da percepção do usuário sobre a eficiência e segurança da rede para fazer compras”, diz.

Já o diretor executivo da camara-e.net, Gerson Rolim salienta que a estabilidade do índice de confiança revela o acerto das lojas no que diz respeito a investimentos na tecnologia de segurança, procedimentos logísticos e treinamento. “Os varejistas eletrônicos estão conseguindo dar o mesmo nível de atendimento independente de variações no volume de compras”, completa.

De acordo com o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, a satisfação do e-consumidor acima de 86,03% em Maio é positiva, principalmente tendo em vista o período de alta demanda que o e-commerce enfrentou. “As vendas no comércio eletrônico estavam aquecidas pelo Dia dos Namorados e pela Copa do Mundo. O índice aponta que o setor conseguiu reagir bem à grande demanda recebida pelas lojas, deixando seus consumidores satisfeitos”, explica o executivo.

Nas pesquisas que medem a confiabilidade os e-consumidores são estimulados a expressar o nível de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

junho
17
2010

Parceria entre as empresas aponta as tendências do mundo online e offline e
preferências de seus consumidores

A e-bit, empresa especializada em informações
de comércio eletrônico, realizou em parceria com o Instituto Análise, a primeira
edição da Pesquisa Cross Channel, com o objetivo de analisar o
comportamento do e-consumidor e do consumidor do varejo tradicional em
ambos os canais de venda. O estudo, que abre a série, é composto por uma
pesquisa quantitativa face a face domiciliar, onde foram entrevistadas mil
pessoas adultas, e uma pesquisa quantitativa via web, utilizando o painel de
respondentes e-bit, onde foram coletadas 5.491 entrevistas. As pesquisas
foram feitas durante o mês de Março de 2010.

De acordo com o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, essa parceria ajuda a
visualizar o potencial de crescimento que o e-commerce ainda possui. “Com a
Pesquisa Cross Channel, podemos verificar os consumidores que ainda não
aderiram ao e-commerce, além de conhecer os motivos para isso ainda não
acontecer. Hoje, somos mais de 17,5 milhões de e-consumidores, mas esse
número pode crescer ainda mais para contribuir com esse mercado de mais de
R$ 10,6 bilhões de faturamento”, argumenta o executivo.

Sobre perfil

Segundo dados levantados pela pesquisa, o perfil dos respondentes offline
difere dos respondentes online principalmente em dois aspectos: Faixa etária e
renda familiar. Enquanto 80% dos adeptos às compras virtuais encontram-se
na faixa entre 25 e 59 anos, 66% dos consumidores do varejo tradicional
representam a mesma faixa de idade. A renda média familiar do e-consumidor
também é mais do que o dobro da média brasileira que realiza suas compras
offline: R$ 3.560,76 ante R$ 1.444,52.

Outro aspecto a ser levado em conta é a diferença entre os meios de
pagamento nos dois canais. Os e-consumidores preferem utilizar o cartão de
crédito em suas compras, tanto na web quanto no varejo físico. Já as pessoas
que compram fora de casa, utilizam mais o dinheiro como forma de pagamento.
No entanto, na hora de adquirir um produto de maior valor agregado, como
Eletrodomésticos, Eletrônicos e produtos de Informática, a opção é pelo
dinheiro de plástico.

Sobre preferência de compra nos dois canais

Dos pesquisados no mundo online, 56% preferem comprar eletrodomésticos
pela web, contra 34% que optam por lojas especializadas fora da internet. Já
no mundo offline, 77% compram o mesmo produto em lojas físicas
especializadas, enquanto que 3% consideram adquirir um Eletrodoméstico pela
web, mesmo não sendo esse o canal que costumam escolher para suas
compras. A pesquisa também levantou que 70% dos e-consumidores preferem
comprar Ingressos pelo e-commerce, ao mesmo tempo em que 5% dos
consumidores de rua compram seus tíquetes conectados.

Onde comprar?

O estudo também trouxe informações sobre em que lojas os e-consumidores
pretendem comprar determinadas categorias nos próximos tempos. Para o
segmento de Eletrodomésticos, por exemplo, 8% dos respondentes disseram
optar pelo Ponto Frio, 7% na Compra Fácil e 5% no Wal-Mart. Já para a
categoria Papelaria e Escritório, a líder nas escolhas foi a Kalunga, com 14%,
seguida pela Livraria Saraiva, com 6%.

De acordo com o levantamento, são poucas as categorias que os econsumidores
preferem comprar no ambiente offline. Normalmente, a escolha é
por produtos que são precisaram ser vistos ou tocados, como produtos de
Supermercado, Cosméticos e Perfumaria e Moda e Acessórios. Para Pedro
Guasti, a Web 2.0 pode ser uma forte aliada na decisão de compra desses
segmentos. “A evolução das plataformas nos conceitos Web 2.0 contribuem
para a linha de crescimento dessas categorias. As lojas que comercializam
esses tipos de produtos podem disponibilizar vídeos, reviews de consumidores
e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes em efetuar
pedidos de produtos que antes necessitavam ser obrigatoriamente tocados e
experimentados pessoalmente”, explica Guasti.

O levantamento também indica que, dentre as categorias que os consumidores
virtuais têm intenção de comprar nos próximos meses estão Eletrônicos,
Artigos de Informática, Eletrodomésticos e Livros.

Os adeptos estão satisfeitos com os canais?

Para o consumidor virtual, praticidade e facilidade na compra online estão
ligadas à comodidade e ao conforto, além da familiaridade com o ambiente
web. Já para o consumidor tradicional, a internet ainda é um obstáculo na hora
de adquirir um produto, já que não está familiarizado com este canal.

A e-bit e o Instituto Análise planejam acompanhar o comportamento do varejo
multicanal de forma recorrente, visando antecipar as tendências do setor.

junho
10
2010

Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C -2010 entra em sua sétima edição

Em setembro desse ano, o e-commerce brasileiro conhecerá as melhores lojas do setor em 2010. Ao todo, serão homenageadas dezessete lojas Diamante, além da melhor loja dessa categoria e as três melhores lojas Ouro, Prata e Bronze durante na sétima edição do “Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C – 2010”, organizado pela e-bit.

Durante os últimos seis anos em que realizou o evento, a empresa especializada em informações de e-commerce já premiou 30 lojas, que são atualmente conveniadas à e-bit, com o troféu Diamante, maior avaliação possível dentro do ranking de classificação das lojas virtuais.

“O alto número de lojas Diamante premiadas nos últimos anos mostra que as lojas no comércio eletrônico estão no caminho certo, prestando serviços de qualidade e, o que é mais importante, sendo avaliadas positivamente por seus consumidores”, explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

O critério utilizado na seleção das lojas participantes foi analisar aquelas que mantiveram as medalhas Diamante, Ouro, Prata e Bronze no período de 01/01/2010 até 22/05/2010. A votação está sendo realizada pelo voto popular no site www.premiacao2010.ebit.com.br entre os dias 01/06/10 e 31/08/10. Para participar é preciso que o usuário seja cadastrado na e-bit(www.ebit.com.br).
No ano passado, a e-bitinovou o modelo de premiação, elegendo também a melhor loja entre todas as Diamantes, com o troféu Diamante Azul, e repetirá o feito esse ano. “Esse evento é uma forma de reconhecer a importância dessas lojas para o varejo online. Em 2009, premiamos as três melhores lojas Ouro, Prata e Bronze, além da melhor loja Diamante no geral, pois entendemos que todas as empresas conveniadas à pesquisa bitConsumidor, independentemente da qualificação da medalha, são as melhores do Brasil”, concluiu Guasti.

junho
8
2010

Expectativa da e-bit é que o aumento na venda de TV´s de tela plana influencie o tíquete médio do setor

A Copa do Mundo está chegando e a expectativa para o maior evento esportivo do planeta aumenta a cada dia. Além dos milhões de torcedores espalhados pelo Brasil acompanhando os jogos, o comércio eletrônico também terá motivos para sorrir graças à competição, que promete alavancar as vendas e contribuir ainda mais para o faturamento bilionário do canal.

A previsão da e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, é de que a Copa do Mundo deva impulsionar a venda de eletrônicos, principalmente TV´s de tela plana. De acordo com dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), os fabricantes irão comercializar 19,6% mais TVs em 2010, o que irá representar um total de 11,5 milhões de unidades.

Com o aumento nas vendas de produtos de maior valor agregado, como TV´s, o tíquete médio do comércio eletrônico deverá registrar um aumento significativo.

Segundo dados levantados pelo BuscaPé, maior site de comparação de preços da América Latina, existe uma grande variação no valor dos aparelhos nas lojas virtuais, que podem chegar em até mil reais. Um bom exemplo disso é a TV Samsung LCD de 32 polegadas com conversor digital integrado modelo LN32B530, que tem preços variando de R$ 1.706,69 a R$ 2.699,00.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, as boas vendas na Copa do Mundo em 2010 devem seguir o exemplo da competição anterior, há quatro anos. “Em 2006, o comércio eletrônico cresceu 76%. Esse foi o maior índice de crescimento já registrado no setor e foi fortemente influenciado pelas vendas para a Copa do Mundo daquele ano. Tendo isso em vista, é provável que um fenômeno semelhante ocorra nesse ano, principalmente pela estabilidade da economia e a maior confiança dos consumidores no canal web”, diz Guasti.

A categoria Artigos Esportivos também é outro segmento do e-commerce que deve sentir os efeitos do torneio. A venda de camisas de seleções, além de bolas e produtos oficiais da Copa, devem ser os principais alvos dos e-consumidores ao longo da competição.

maio
31
2010
31st maio 2010 // 6:09 pm Nenhum Comentário
maio
31
2010
31st maio 2010 // 5:58 pm Nenhum Comentário

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